quinta-feira, 15 de março de 2012

Sorteio de Produtos Amoreira no Ar!


Bom, hoje estou aqui para uma postagem rápida, pra divulgar o SORTEIO que está no ar! Em parceria com o blog Girafa de Patins.

Estamos sorteando um kit de porta-celular, porta-óculos e máscara de descanso num tecido muito fofo de kokeshis com fundo azul.


Pra saber como participar, basta clicar aqui.

E para as clientes que efetuarem compras na loja durante o período do sorteio, estamos oferecendo 10% de desconto, basta digitar o código promocional "girafa" antes de finalizar a compra!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Pizza rápida e deliciosa (e pode ser com baixa lactose!)


Olá! Pela primeira vez decidi compartilhar por aqui uma receita. Inicialmente o blog era sobre costura e artesanato, mas com o tempo fui tomando gosto pela atividade de escrever aqui e tenho vontade de compartilhar tudo aquilo que encontro de bacana pela vida!


Eu gosto de cozinhar e sempre que não sei como fazer apelo pro amigo Google :) Um dias desses estava em casa, sem muita opção e resolvi que queria comer pizza. Não tinha massa pronta e resolvi o problema "jogando" no Google as palavrinha mágicas: receita-massa-pizza-rápida!

Encontrei esta receita que aqui reproduzo no site Tudo Gostoso. Para ver a receita original, basta clicar no link.

Massa de pizza rápida:

Ingredientes:
- 1 copo americano de leite gelado
- 1 colher de sopa de óleo
- 1/2 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de sopa de fermento granulado para pão
- 1 pitada de sal
- 10 a 12 colheres de farinha de trigo

Modo de preparo:
- Misture todos os ingredientes, menos o trigo, e deixe descansar por 5 minutos para o fermento hidratar
- Incorpore farinha até que a massa fique na textura de uma massa de bolo grossa
- Unte a forma
- Espalhe a massa com a ajuda de uma colher úmida, assim a massa não gruda e fica mais fácil de espalhar

A massa está pronta, agora é só preparar a pizza como preferir. Eu gosto de espalhar um pouco de ketchup antes de colocar o queijo. Depois coloco a calabresa fatiada, tomate picado, cebola em fatias bem fininhas, azeitonas e orégano. Aí é só assar até ficar crocante e dourada!


A pizza da foto é com baixa lactose, como há alguns meses me descobri intolerante, usei o leite com baixo teor e o queijo de cabra. Ficou muito boa! :) Confesso que de vez em quando fazemos com aquele queijo processado, também fica uma delícia! (bendito LactAid!)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Operação Caçadores de Relíquias!


Olá pessoal, como estão?

No início deste mês fui a Piracicaba junto com meu tio ajudar a arrumar as coisas que eram da minha avó. Coincidentemente, fomos até lá no dia em que completava uma mês do seu falecimento. Já falei um pouco sobre D. Ada em um post aqui do blog, ela gostava muito de costurar e tinha muitas coisas, um verdadeira acervo de tecidos, linhas, agulhas, botões, etc etc e etc.

Fui até lá convicta de que minha avó está bem, em um lugar muito bonito, onde ela não precisa mais destes pertences que deixou aqui e tenho a certeza de que ela gostaria que suas coisas fossem distribuídas a quem fosse valoriza-las ou delas realmente necessitasse. E foi assim, pensando em separar e organizar que começamos a operação, eu, meu tio Paulo e minha prima Debora.


Nos propusemos a mexer em dois quartos, o quarto proibido (chamo assim, porque desde criança, acho que entrei lá apenas uma ou duas vezes, lá minha avó guardava suas coisas e não gostava que ninguém mexesse) e o quarto da minha avó. Encontramos muitas coisas e no início nem sabíamos por onde começar, mas aos poucos fomos separando o que podia ser útil do que, com o tempo (e os cupins), acabou sendo deteriorado e já não tinha mais uso.

Separamos por categorias, botões, tecidos, linhas, rendas, etc. Objetos que foram sendo adquiridos ao longo do tempo e que contam a história da minha avó. É claro que encontrei algumas preciosidade e as trouxe comigo. Pretendo utiliza-las e transforma-las, porque as recordações da minha avó vão muito além disso e estão guardadas em um lugar especial, aqui dentro, no meu coração.

Encontramos um pote cheio de trabalhos de Frivolité, uma técnica que conheci realmente a pouco tempo (procurando vídeos no youtube) e fiquei apaixonada. É uma pena não saber mais da história de cada uma dessas peças, mas a respeito delas, sei que quem as fez foi uma amiga da família chamada Vina.


Resgatei também este livro de bordado da Singer de 1927, que estava em meio a muitos outros papéis antigos de moldes que acabaram sendo jogados fora. Não sei onde foi adquirido, mas é fascinante... Infelizmente não está em bom estado, mas pretendo manda-lo para restauração assim que possível. Achei divertida a imagem da mulher, triste costurando com o bastidor e feliz da vida sentadinha em sua máquina de costura!


Eu trouxe também alguns tecidos, dentre eles os da foto. Infelizmente não sei se são mais novos ou antigos, adoraria saber! Todos foram lavados, alguns estavam com furinhos ou com a fibra pouco resistente e acabei tendo que descarta-los. Ainda assim, muitos serão aproveitados e estou cheia de idéias!


Enfim, minha viagem teve como motivo um fato triste, o falecimento da minha avó. Mas fui sem pensar em tristeza, fui apostando na aventura de saber o que encontraríamos por lá, com este meu espírito curioso, que sempre quer saber o porquê de tudo. Tenho certeza que D. Ada preferiria assim. :D

Recadinho pra família:
Meu muito obrigada a Magali e ao Carlos por terem nos recebido! (com direito a coxinha e nhoque, que delícia!) Paulo e Debora, foi ótimo passar esse tempo com vocês. Célia, adorei a aula de costura! Ana e Gustavo, parabéns pelo batizado do Miguel, ele é lindo! :) Foi muito bom encontrar todos e ver a família reunida, obrigada!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Banquinho Forrado


Oiê!

Hoje vim mostrar mais uma reciclagem que fiz aqui em casa.


Esse banquinho era preto e bem mal acabado, o plástico tinha algumas rebarbas, além de ser muito pouco resistente. Era do apartamento dos meus pais, onde eu morava com meu irmão antes de casar. Como os bancos da cozinha estavam muito velhos, meu pai comprou quatro desses de plástico para serem usados provisoriamente. O problema é que eles dobravam as pernas pra dentro e eu e meu irmão tomamos tombos feios durante as refeições. Um belo dia meu pai, que estava passando o fim de semana conosco, caiu e bateu com a cabeça na geladeira! Minha mãe pensou que ele estava tendo um infarto e tomamos um grande susto! Resultado: depois disso, tchau banquinhos, foram aposentados e ficaram de castigo num cantinho da casa.

Quando me mudei, depois de casada, trouxe um banquinho pra servir de criado mudo. Sabem como é, casa nova, os móveis vão sendo comprados devagar. Mas ele tava muito sem gracinha e decidi dar a ele uma cara nova. Por coincidência, encontrei um saco de retângulos pré cortados, daqueles projetos que a gente idealiza, para no meio e deixa esquecido no fundo da gaveta. Pronto! Decidido, meu banquinho seria de retalhos!

Usei cola branca mesmo, dessas de rótulo azul. Como a minha estava bem velha e espessa, misturei um pouquinho de água e fui aplicando os tecidos. Cola, paninho e cola por cima. Na hora fica branco e parece que não vai dar certo, mas quando seca, fica transparente e dá vontade de sair colando tecidinho pela casa toda!


E é isso, você precisa da superfície a ser forrada, vários retalhos, cola branca, um pincel, vontade e bastante paciência! De banquinho perigoso, virou meu criado mudo de estimação e o que era provisório, agora é definitivo aqui em casa. Todo mundo vê e logo quer saber como foi feito :)

*Destaque especial pro vaso de flores, que na realidade é um penico. Minha avó materna pinta porcelana e, a exemplo dele, faz coisa maravilhosas. Quando casei, ela ficou preocupada que aqui só tem um banheiro, e pintou um lindo penico para qualquer emergência. Por enquanto, ele está em posição de destaque na nossa sala, servindo de vaso pra nossa florzinha ;)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Reaproveitar é preciso!

Hoje trago uma ideia simples e bacana pra quem gosta de reaproveitar objetos que, a principio, iriam pro lixo. Acredito que bastante gente já faça ou tenha visto, mas eu não conhecia e achei o máximo. Foi minha comadre Marina que viu e me deu a ideia de tentar.

Como aqui em casa o maridinho aprecia uma boa cerveja, fui guardando as tampinhas (ou champinhas, como diziam lá em Joinville) devagar até que consegui juntar a quantidade necessária. Fui fazendo na frente da TV durante a novelinha e quando vi já estavam prontas! Uni uma a uma com linha e pronto!

Pra fazer um como esse meu, você vai precisar de:
- Retalhos
- 36 Tampinhas metálicas de garrafas
- Linha
- Agulha
- Tesoura

Como eu gosto de fazer o fuxico dobrando as bordinhas (acho que o acabamento fica melhor), cortei os círculos de tecido com 7cm de diâmetro, alinhavei, coloquei a tampinha dentro e fechei. O meu descanso de panelas foi feito com 36 tampinhas (6x6) e escolhi os tecidinhos de forma aleatória. Fiquei em dúvida se fazia com o franzidinho e o liso misturados, mas optei por deixar todos para o mesmo lado.

E você? Já conhecia esse trabalho? Tem alguma outra sugestão de reaproveitamento de tampinhas?

Espero que tenham gostado! Desejo a todos uma linda quarta-feira, pode to be? ;)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

E 2012 começa com mais uma estrela brilhando no céu


No domingo, dia 8 de janeiro de 2012, o dia amanheceu mais triste. Dona Ada, minha avó paterna, faleceu. Como disse o Frei durante a despedida, a vida se transforma, e tenho certeza de que ela está agora, aliás, como sempre fez, olhando por todos nós.

Dona Ada sempre foi uma mulher simples, de pouca vaidade, costurava seus próprios vestidos, não pintava o cabelo ou usava maquiagem. Deu a luz a dez filhos, sete homens e três mulheres e quanto orgulho tinha de todos eles! As pessoas diziam: que linda a sua “vózinha”. Ela achava um absurdo, ora onde já se viu, depois de velha ficar lindinha? D. Ada era assim, cheia de opinião! Por detrás daquela senhorinha de 86 anos e hábitos simples, havia uma mulher forte, lúcida e cheia de personalidade, sempre com uma resposta afiada bem na ponta da língua.

Aprendeu a bordar muito jovem, adorava contar como começou, apenas observando outra costureira. Durante toda a vida esteve rodeada por linhas, agulhas, tecidos e máquinas de costura. Herdei o gosto da minha avó e sempre me enchi de orgulho quando ela dizia que eu era “prestimosa”, afinal de contas, este elogio vindo dela sempre foi ainda mais especial.

Minha mãe, sabendo do valor de cada uma dessas peças, guardou as roupinhas que minha avó bordou e costurou pra mim quando nasci. Eu sabia da existência delas, já havia olhado uma por uma, mas há anos elas estavam cuidadosamente guardadas em uma gaveta do meu quarto na casa dos meus pais. Eis que quarta-feira, quando voltamos de viagem, resolvi que olharia essas roupinhas e ganhei, novamente, um lindo presente.

Desde a última vez que as tinha visto, aprendi muita coisa, comecei a costurar, fiz aulas de bordado e hoje sei bem o trabalho e a habilidade que cada uma delas exige. Senti novamente o carinho contido em cada uma daquelas roupinhas e as trouxe comigo para fotografá-las e dividi-las com os leitores do blog. As mãos gordinhas que há três meses carregaram uma das alianças em um dos dias mais especiais da minha vida, bordaram e costuraram, há pelo menos 26 anos esta riqueza que hoje guardo comigo.

Obrigada vó Ada pelos tantos presentes que a senhora me deu, agradeço de coração o incentivo ao meu trabalho (foi ela quem me deu minha máquina de costura, meu instrumento de trabalho e companheira de todas as horas), agradeço as tantas coisas que me ensinou, guardarei sempre a lembrança do nosso último encontro, foi ótimo vê-la bem humorada, com linhas e agulhas nas mãos, contando histórias e me ensinando a bordar. Agradeço pela senhora ter me dado o melhor pai do mundo, por ter cuidado dele com tanto carinho desde pequeno e por tê-lo ajudado a ser o homem que hoje eu tanto amo e admiro. Agradeço pela senhora, mesmo tímida, ter aceitado ser uma da minhas “damonas”, como a senhora dizia. Esta lembrança ficará para sempre guardada no meu coração e no de todos que estiveram presentes no meu casamento.

[Foram estes patinhos que ela me ensinou a fazer na última vez que nos vimos]

Por fim, quero dizer que D. Ada faleceu como queria, sem dor ou sofrimento, perto das coisas que tanto gostava, em sua casa e rodeada por entes queridos. Ela está presente no sorriso de cada um de nós, nas lembranças bonitas que temos dela, nos bordados que ela nos ensinou. Fica a saudade, mas acima de tudo fica a gratidão de toda uma vida e, como disse minha querida tia Célia, logo a dor da ausência se transformará em uma saudade gostosa, que nós nunca deixaremos de sentir.

sábado, 12 de novembro de 2011

Casei!

Nossa, que saudade do meu blog querido!

Devo dizer que o motivo do meu sumiço foi dos mais importantes, dia 15 de outubro de 2011 foi meu casamento e este post conta um pouco dessa história. Nos casamos em Joinville, na Igreja Nossa Senhora de Fátima e, após a cerimônia, a recepção aconteceu na Sociedade Cultural Lírica, local onde, há 27 anos, meus pais também se casaram.


Conheci meu marido Fernando no fim de 2008. Nos encontramos através de amizades em comum e, sem saber porquê, desde a primeira vez que o vi, sabia que ele era o amor da minha vida. Mesmo sem entender, tudo o que eu queria era estar perto dele, e, para minha alegria, o sentimento foi recíproco desde o início.

Em novembro de 2008 começamos a namorar e em fevereiro de 2009 fui morar em Portugal, uma viagem que já havia sido programada antes mesmo de nos conhecermos. Fernando foi me visitar em abril e viajamos de mochilão por alguns países da Europa. Dia 04 de abril de 2009, de joelhos aos pés da Torre Eiffel, ele pediu minha mão em casamento. Pedido aceito e sonho realizado. Algum tempo depois, marcamos a data e começamos a organizar tudo.


Organizar um casamento exige antecedência, tempo e organização. Ainda assim, é das tarefas mais prazerosas, a cada escolha feita, um sorriso, um arrepio de ansiedade e muita alegria. Tive o apoio de uma amiga muito querida, minha consultora para assuntos matrimoniais e amiga de infância, a Mog. Ela que indicou praticamente todos os contatos, foi comigo fechar contratos e me ajudou em tudo que foi preciso. Meus pais nos deram apoio e suporte, o noivo fez questão de escolher todos os detalhes junto comigo e, minha sogra, mesmo de longe, sempre esteve empolgada, querendo saber de todos os detalhes.

Decidimos então, que se queríamos casar (e como queríamos!) e se íamos fazer uma festa, teríamos tudo que os noivos tem direito. Eu quis casar de vestido branco, quis dia da noiva (no salão Jack Simonéia), quisemos chuva de arroz, venda da gravata, jogar o buquê, latinhas amarradas no carro e muito mais! Além disso, a festa teria a nossa cara, eu não queria um casamento padrão, queria fazer tudo do nosso jeito.


Outra decisão que nos acompanhou desde o começo foi a ideia de que, se estávamos oferecendo uma festa, ela tinha que ser agradável para todos e queríamos que cada um se sentisse bem-vindo e bem recebido no nosso casamento. Não queríamos deixar os convidados esperando, queríamos que eles se sentissem bem e se divertissem.

Escolher como seriam as lembrancinhas não foi das tarefas mais fáceis, mas enfim decidimos que faríamos sachês, simples e feitos "por mim". No fim, não fiz tudo sozinha, afinal de contas, fazer 300 sachês com todos os detalhes exigiu tempo e minha mãe e o noivo participaram ativamente de todas as etapas da produção, sob os olhos atentos de uma artesã chata e exigente. O detalhe do sachê era um laço com pingente em forma de Torre Eiffel, algo que é muito significativo para nós. Os aromas escolhidos foram flor de laranjeira, lavanda e aloe vera. Segue abaixo o resultado de horas e horas de trabalho, cansaço e bastante diversão.


Para os padrinhos, demos uma lembrancinha especial, uma caixinha de pães de mel personalizados, agradecendo pelo carinho e amizade de cada um deles. Essas lembrancinhas foram feitas pela Kiville, além de todos os docinhos, que estavam deliciosos!


Os noivinhos do bolo foram nossa primeira aquisição. Eu procurei muuuitos modelos até encontrar um que agradasse ao noivo super exigente. Eis que escolhemos um modelo de bonequinhos de Playmobil, comprados no Ebay. O bolo lindo foi feito pela D. Iracema da Ninho Doce, uma senhora muito simpática, que nos recebeu em sua cozinha impecável e fez nosso bolo lindo e gostoso!


Meu vestido foi feito pelo Eucebio. Desde a primeira prova, tudo serviu perfeitamente, foram necessários poucos ajustes e ele fez tudo exatamente como eu queria. Terminou o vestido com antecedência, com um profissionalismo incrível.

A decoração foi feita pela Denise e as flores pela Sueli, ambas super profissionais e atenciosas. Na cerimônia, as músicas foram tocadas pela equipe do Catafesta. Entrei na igreja ao som da Canção Amiga, a mesma música que minha mãe escolheu em seu casamento. Ela e meu pai entraram antes de mim e me aguardaram para caminharmos juntos até o altar. As "daminhas" foram minhas duas avós, que entraram orgulhosas levando as alianças acompanhadas pelo meu irmão e foram a sensação da cerimônia. O noivo entrou ao som da música "Minha Namorada" ao lado da sua mãe, nervoso, lindo e feliz! O padre que celebrou nosso casamento é padrinho do noivo e veio de Goiás para a cerimônia.


O jantar estava uma delícia e os convidados dançaram bastante ao som da Pop Band! Aos invés de jogar o buquê tradicional, joguei um buquê se Santo Antônio, feito pela minha tia Magali. Eram 6 santinhos que se separaram no ar e fizeram a alegria das solteiras. Minha tia Bea fez trufas deliciosas que foram oferecidas aos convidados junto com os doces.


Créditos das fotos do casamento aos fotógrafos Cleber Gomes e Peninha.

Enfim, casar é bom demais! Minha dica é: escolha profissionais que inspirem confiança. Faça o que estiver ao seu alcance, mas procure dar a sua cara à cada escolha, a cada detalhe. Meu casamento foi a realização de um sonho, tudo especial, único, perfeito! E eu não poderia estar mais feliz!